terça-feira, 25 de novembro de 2008

Torneio Futebol Sala Veteranos Freguesias (Meia-Final) - 25-11-2008


Local: Pavilhão Gimnodesportivo
Hora: 21H00
Equipa Adversária: Barbacena
Resultado: 6-3

1ª Parte: (1-0(8), 2-0(8), 2-1, 3-1(ag), 3-2)
2ª Parte: (4-2(8), 4-3, 5-3(2), 6-3(1))

Equipa:
13 - Carlos Rodeia (gr.)
6 - Fernando Lopes
2 - Armando Barata
8 - João Neves
1 - Francisco Restolho (cap.)

Jogaram ainda:
14 - Aurélio Martins
4 - Joaquim Pires
15 - Nuno Matos

Compareceu sem jogar:
12 - Victor Carola

Golos:
João Neves (3)
Armando Barata
Francisco Restolho

Cartão Amarelo:
Francisco Restolho
Fernando Lopes

Treinador:
Victor Carola


CALENDÁRIO
Final - 01/12 - Segunda - Lebróptica - 15H00

3 comentários:

Anónimo disse...

Estamos todos de parabéns pelo excelente jogo que fizemos. Jogámos como equipa e isso reflectiu-se, principalmente, na forma como defendemos. Sofremos 3 golos de ressaltos dentro da área.
Dizer ao amigo Branca para emendar a hora da final, é dia 01 de Dezembro pelas 15H00 e não a 29/11.
Um grande abraço a todos e especialmente ao João Carlos, que ontem não pôde comparecer ao jogo devido ao furto em sua casa. Força amigo João e um grande abraço.

Anónimo disse...

A todos os meus parabens, pela vitória alcançada,na parte final do torneio tiveram à altura da grande que equipa que somos, peço desculpa por não ter dado o meu apoio presencial, mas mesmo assim cá longe, e agora já bastante aliviado, por ter passado no curso, apesar de agora as noites serem para festejar, sempre os tenho acompanhado via internet. Dia 1 lá estarei para os apoiar, agora já presencial, já agora gostava de fazer uma pergunta, se me posso sentar com vocês no banco, se calhar só para quem está inscrito?
Quanto ao jantar lá estarei presente com a família Adultos - 3,C N P - 1
Um gande abraço para todos.
Saudações clubísticas

Anónimo disse...

Caro Correligionário e Amigo João Carlos Lopes:
"Saudações Justiceiras"

Como sabes e, se não sabes, com o tempo lamentável e inapelávelmente irás saber, vivemos num país terceiro mundista, onde o Estado, dito democrático, não consegue garantir uma das suas principais obrigações - o bem-comum dos cidadãos - a segurança das pessoas e dos seus bens.
Neste país de "invisuais" e de brandos costumes, para não mais dizer, existe, a par do crónico desapêgo ao trabalho, o conformismo tipico do abono-porreirismo e do "laisser-faire - laisser passer", que o antanho tempo de Voltaire e do Iluminismo francês tanto vincou.
Digo isto porquanto vivo, quotidianamente, a par dos vicios da sociedade, do crescendo da criminalidade, da degradação paulatina e exacerbada da crise de valores humanos e, necessáriamene, da apatia consciente do Estado a todas essas infecções da sociedade actual.
Hoje, torna-se hábito as alterações sucessivas da lei, em todos os seus quadrantes, sem que essa alteração acompanhe, com firmeza e eficácia, a dinâmica da sociedade.
Hoje, meu Caro João, prender-se um criminoso é uma dantesca proeza.
Deparamo-nos, a par e passo, com a "mistura explosiva" do poder politico com o poder legislativo e, estes dois, com o poder executivo, como assim, em casos mediáticos bem paradigmáticos, todos numa amálgama cordata com o poder jurisdicional.
Neste país, que caminha a passos largos para se tornar num quartel-general da criminalidade, assiste o cidadão comum, analfabeto e ignorante, aos casos "BPN", aos casos "Felgueiras", aos "Casa-Pia", etc., etc., sem que ninguém venha a terreiro tugir ou mugir o que quer que seja.
Tal é o conformismo (medo não será, pois a democracia tudo permite...)que, numa metástase galopante, se deu guardida ao egoismo do ser humano, num pensamento degradante, bem tipico de que "o que é com os outros, que se lixe".
Hoje, meu Caro João, como tantas vezes tenho dito, não se pode ser policia.
Não se pode levantar a mão a ninguém, mas, gente influente, pode lançar a mão impunemente, a todo o que seja alheio.
Digo-te que os policias fazem o que podem, pois tenho imensa vida vivida para contar, de muitos policias que, por terem exercido a sua nobre, valorosa e social função, foram mal-tratados pelo poder jurisdicional, como se as posições estivessem invertidas, isto é, como se fossem eles os criminosos.
Hoje, o criminoso vai ante o Tribunal a mascar pastilha elástica; cospe e imunda o Palácio da Justiça, para além da imundice intrinseca à sua própria pessoa; e chega sempre ou quase sempre a casa, primeiro que os que os detiveram, os quais correm o risco de ao chegarem a casa se confrontarem com o criminoso que antes detivera e ora lhe assaltou a casa.
Isso tudo, meu Caro Amigo, junto a muito mais que não tenho tempo para te contar e lamentar, não é mais do que o catalisador perfeito para a incapacidade do Estado e para o fomento da Justiça privada.
O que te sucedeu ontem, meu Caro Amigo, pode suceder a qualquer um mas, quero que saibas que se o ladrão tivesse sido apanhado, seria fácil e muito provável colocá-lo em casa há muito tempo.
Deixo-te um conselho de amigo, a ti e a toda a nossa familia - arma-te até aos dentes e defende a tua familia e os teus bens.
Não esperes por mais ninguêm, pois mais ninguêm fará por te ouvir.
Ouviremos outrossim, cada vez mais, o sussurro de muita gente, levantando as mãos a Deus e, falando para Salazar, dizendo-lhe: "Volta que estás perdoado".
São estas as minhas modestas palavras, o meu mediocre pensamento e a minha, quiçá isolada, opinião.
Quero que saibas, Caro Amigo João, que estou absolutamente solidário contigo e muito lamento o ontem sucedido.
Dispõe deste teu amigo sempre que precisares.
Na falta do conforto público a que tens direito como cidadão exemplar que és, envolvo-te a ti, à tua esposa e os teus pequenos, num grande e sentido abraço.
O amigo certo, Victor Carola.