
Local: Pavilhão Gimnodesportivo
Hora: 20H00
Equipa Adversária: Barbacena
Resultado: 2-4
1ª Parte: (0-1, 0-2, 1-2(7))
2ª Parte: (1-3, 2-3(8), 2-4)
Equipa:
13 - Carlos Rodeia(gr.) (cap.)
2 - Armando Barata
6 - Fernando Lopes
15 - Nuno Matos
8 - João Neves
Compareceram ainda:
7 - Nuno Branca
1 - Francisco Restolho
Golos:
Nuno Branca
João Neves
CALENDÁRIO
28/10 - Terça - 20H00 - Alcáçova
19/11 - Terça - 20H00 - Assunção
Meia Final - 25/11 - Terça - 20H00 ou 21H00
Final - 29/11 - Sábado - 15H00
14 comentários:
Pessoal antes de mais quero pedir desculpa por ter ido tomar banho ainda decorria o jogo, faltando claro pouco para terminar.
A razão de tal atitude não foi por ser substituido, uma vez que considero que fui bem substituído pois nada estava a aportar de positivo para a equipa, antes pelo contrário, e o Dr. Victor fez muito bem em fazer essa minha última substituição. Se bem repararam não parecia dentro de campo a pessoa e jogador que costumo ser, parecia estar sem vontade, nem sei explicar.
Considero porém que há elementos que falam muito dentro de campo,e isso por vezes aborrece um pouco quem lá está dentro, pois se as coisas por vezes não saem bem, não é porque não queremos, mas sim porque não conseguimos na altura melhor ou não temos essa capacidade como alguns julgam ter, ainda que se arrastem lá dentro.
Enfim, sinto que atravesso um mau momento, não só fisico, mas, e mais importante psicológico, porque me enervo com pouca coisa, e é claro que ninguém tem culpa disso, e isso é obvio não é nada bom, nem para mim, nem para os restantes que me rodeiam. Vou reflectir sobre isto, e tentar ultrapassar esta contrariedade.
Não levem a mal o sucedido. Um abraço para todos.
Caros Correligionários:-
"Saudações Justiceiras"
Uma equipa de futebol, como penso que nós a idealizámos e queremos, deverá ser, acima de tudo, um grupo homogéneo e solidário de amigos.
Ao longo destes anos fui "pregando aos peixes" para que, em campo e após cada jogo, fossemos uns para os outros como irmãos, se quiserem, digo-o na verdadeira acepção da palavra, pois é assim que a todos e cada um de vós eu considero.
Acreditem, se quiserem, que ninguém mais do que eu necessita de libertar o "stress" face a esta merda de vida me conduz.
Poderia fazê-lo, nomeadamente, de três formas:-
* Brigando com os colegas e amigos durante o jogo;
* Fazendo birras e actos sucedâneos tipicos delas ou,
* Conter-me e "engolir sapos", coisa que faço a toda a hora na minha vida profissional e fora dela, respeitando os colegas e amigos, ainda que a razão esteja do meu lado.
Como saberão, não vos peço milagres, nem coisas mais de transcendente valor.
Peço-vos maturidade e respeito pela unidade do nosso grupo, pela amizade que nos une e pela imagem que queremos que sirva de exemplo aos nossos filhos e aos demais concidadãos.
É certo e seguro que sei, até pela experiência da vida (todos os dias faço, sem o ser, de psicólogo juridico de muitas pessoas), que a idade de uma pessoa não está necessária e directamente proporcional à sua maturidade.
Como decerto repararam ontem, saí do meu escritório ás 19,45 horas e, deixando muita coisa por fazer, de fugida, desloquei-me ao "Coliseu" onde duas equipas se iam "degladiar".
Levei comigo os meus acessórios desportivos, na eventualidade de (na nossa equipa nada é inopinado e surpresa que aconteça...), apenas aparecerem três ou quatro elementos e necessário fosse ter eu que "engolir outro sapo" e, apenas por consideração a todos vós e aos ideais que perfilho e dos quais não abdico, voltar a ser dirigido por árbitros imbecis.
Todavia, não foi necessário eu "engolir esse sapo", embora, na senda do meu triste fado, me coube engolir outro.
Como viram, ainda tenho duas pernas e, como sabem, ainda gosto e necessito de jogar um pouco.
Por contingências da minha vida, não posso comparecer nos treinos.
Por tudo isso, sem sacrificio algum (quem é amigo não faz nunca sacrificios)não joguei, mal esperando que, também, outro soneto deste meu fado me incumbisse agarrar pelos cornos.
Tentei, o melhor que posso e sei, dirigir a equipa, como, aliás, faz qualquer treinador profissional (todos conheceis jogadores que estão no banco de suplentes jogos após jogos e, se nalguns clubes têm direito a birras, por exemplo no FCP e com o Mourinho esse direito prescreveu há muito tempo).
Não compreendi e gostava de perceber certas atitudes de certos elementos, nomeadamente aquilo que mais censuro e levou o amigo Nuno Matos a ter a atitude que teve e que nele não é habitual e é de todo inadmissivel, mesmo que razão lhe possa assistir.
Sabem como tento ser recto e implacável nestas coisas.
Por isso, gostava que me explicassem o motivo do diferendo que houve entre o Fernando Lopes e o Nuno Matos e qual a causa que levou este, ao ser substituido, ter ido directamente para o balneário, sem mostrar coesão no banco de suplentes, ter tomado banho e ter ido embora sem se despedir dos demais.
Se a culpa foi minha, façam o favor de responder, dando-me, obviamente, o direito constitucional de resposta.
Entretanto, aceitem um abraço do amigo certo, Victor Carola.
-----Acho que o que se passou foi o mesmo que se passa sempre, fala-se no balneário para não se fazer isto ou aquilo, mas, quando começa o jogo é sempre o mesmo a esquecer o que se disse.
-----Ontem assim aconteceu, chegando o árbitro a esperar que ele acabasse a conversa com o outro árbitro para poder recomeçar o jogo.
-----Já todos viram que falo do Lopes, e foi por ele falar demais que o Nuno Matos se foi embora.
-----Mais não digo, pois quem só sabe criticar os outros e não olha para ele próprio, deve fazer um exame de consciência.
-----Um abraço do amigo Chico Restolho
Subscrevo o que disse o Chico, pois não gosto de ver alguém virar as costas ao jogo para discutir com os colegas ou com os árbitros, e não olhar para si próprio e para os seus próprios erros.
O Fernando tem esta maneira de ver o futebol, tem muita raça no jogar, mas não chega, tem de reconhecer que não ajuda nada nem ninguém, pois vê (todos) os erros dos outros e não dos dele... E foram vários... Além de desestabilizar a equipa com tanta conversa...
Compreendo a posição do Nuno Matos, pois ele próprio reconhece que não esteve bem...
Mas somos um todo e a culpa da derrota é de todos e não de um só...
Caros Correligionários:-
"Saudações Justiceiras"
Já havia escrito o meu comentário quando o meu computador acusava zero comentários entrados.
Por isso que, julguei ser o primeiro a usar da palavra e não o fui, pois que o amigo Nuno Matos já havia escrito antes de mim.
Mantendo tudo quanto disse supra, não posso, por justiça, deixar de enaltecer a atitude do nosso caro amigo Nuno Matos emergente do seu comentário.
Este sim é o Nuno Matos que eu conheço e que queremos como amigo e colega de equipa!!!
Aceito e desde já lhe expresso a minha compreensão, face ás razões apontadas para a sua conduta.
Todos temos "direito" a um mau dia e, infelizmente para quem trabalha no nosso oficio e não tem a vidinha como a de certos energumenos que organizam estes torneios, é normal que fisica e psicológicamente possa ter momentos de afectação.
Por acaso, foi isso que notei no Nuno Matos e não é normal nele; uma certa apatia, alheamento do fio de jogo e uma certa irrascibilidade que, sem esboçar uma única palavra, nele apreendi.
O Nuno Matos fez agora o que é tipico de um indivíduo cordato e sensato, como ele efectivamente é, por isso que, muito me estranhou a sua conduta de outrora e não me surpreende a de agora.
O lugar dele é no banco, como o é o de todos quantos forem substituidos, falte pouco ou muito tempo para acabar o jogo.
Não é o tempo para o fim do jogo que mitiga a atitude do Nuno Matos.
O que releva é que foi substituido; não ficou no banco; tomou banho e não se despediu dos colegas e dos elementos da outra equipa, o que, no seu conjunto de conduta é censurável e, por isso, no devido lugar o censurei, como o censuraria no balneário se ele lá estivesse.
Todos temos problemas na vida e eu que o diga neste momento e, como assim, desde há muito tempo.
Coisas intimas existem que não se podem, nem devem ser explicadas, sequer aos nossos melhores amigos.
Um amigo, deve compreender os problemas dos demais sem lhe pedir explicações e é isso que eu ora faço, sem embargo de me colocar ao dispor do Nuno Matos que, por razões óbvias o considero como quase de familia, para comigo desabafar ou procurar a resolução de todo e qualquer problema que o preocupe, se entender que o deve fazer.
Estou, caro Nuno, 24 horas ao seu dispor. Use e abuse do meu tempo.
Todos vós tendes a obrigação de saber que não faço distinção alguma entre os amigos jogadores e que até por honestidade e lisura de comportamentos com todos, nunca deixarei de criticar e censurar o que de mal é feito, assim como, sou o primeiro a enaltecer a virtualidade de todo e qualquer um.
Como salientei no balneário, para exemplo de todos, a "garra e entrega" ao jogo do Fernando Lopes, não posso, por coerência e honestidade intelectual, deixar de dar razão ao amigo Francisco Restolho quando refere que ele, com a sua "verborreia" e vicio de não saber estar calado, prejudica a equipa.
Outrossim, pode parecer apenas pretender protagonismo e é, efectivamente, em certos casos, um destablizador emocional para os colegas dentro de campo.
Quando se vê, como eu vi, o Nuno Matos fisica e psicológicamente em baixo, alguém se interrogou porque foi substituido.
Eu explico:- Foi substituido para tentarmos ganhar o jogo, colocando clarividência e compenetração no sistema de jogo e a agressividade que faltava na circunstância ao Nuno, na certeza porém que cá de fora se vê muito melhor, o desempenho de cada jogador em campo (estivemos quase a empatar o jogo).
De igual modo e com a coerência habitual que é meu apanágio, pedia ao amigo Francisco Restolho, que é um excelente Guarda Redes (para mim o melhor), que atente na circunstância de, jogando à frente, não é o mesmo que dizer "à avançada".
Agradecendo a sua disponibilidade para ocupar qualquer lugar no seio da equipa e como jogador polivalente que é, não posso deixar de frisar e de assinalar como ensinamento, se me é permitido, que ficou muito áquem de tudo quanto poderia fazer, mesmo em baixo de forma e, como sucedeu várias vezes ao lhe não tivessem passado a bola em momentos cruciais em que estava bem desmarcado.
Aprendi há muitos anos com o antigo Treinador de "O Elvas", Sr. Carlos Cardoso e, bem sabendo que a posição de um homem mais avançado no terreno é, a maior parte das vezes, ingrata, passando várias fases do jogo sem tocar na bola,é imperativo e basta olhar para o futebol moderno, para se compreender a nunca desistir de um lance e a ser o primeiro homem a defender quando perdemos a bola.
E, no caso de ontem, foi isso que, no meu entender, faltou ao Francisco Restolho, levando à consequente falta de recuperação, alheamento ao jogo e, à entre-ajuda e descompactação da equipa.
Saliento, também aqui, do ponto de vista pedagógico, uma vez que temos pouca vontade de reunir, que o Nuno Branca deve acreditar mais e sempre nas suas potencialidades e, sem ser violento, deve ser mais agressivo e combativo na disputa da bola. Sempre ouvi dizer que se formos à bola com medo, é mais fácil aleijarmo-nos.
De resto, numa análise geral, creio que a equipa esteve bem, mas poderia jogar mais com a inteligência e ouvir quanto cá de fora alguém que vos quer bem e vos pretende dar ânimo vê e pode transmitir-vos, sem que o receptor do conselho se deva sentir criticado no negativista sentido do termo.
O futebol não é só um jogo de força e técnica. É, acima de tudo, uma arte e, para tal, como qualquer outra forma de arte, devemos previligiar a inteligência e a concentração, em detrimento do esforço fisico, ainda que abenegado.
Confiando ter sido compreendido e, de alguma forma ter ajudado, desculpem o tempo que vos fiz perder, na certeza porém de que nunca lamento o tempo que dispenso aos amigos.
Um forte abraço do amigo certo, Victor Carola.
-----Concordo 100% com o que disse o amigo Vitor sobre todos e principalmente o que disse sobre mim. Mas ás vezes a cabeça pára e pensamos que, ficando à frente, temos vantagem sobre o adversário, quando o que acontece é o contrário, ao não defendermos, a vantagem é sempre deles.
-----Continuo a quere sempre ajudar a equipa, seja a vigia de baliza ou a estorvar lá na frente.
-----Cá estarei sempre ao dispor de quem mande, para jogar á bola, claro, e não para outra coisa que algumas cabeças mal pensantes já estão a pensar.
Um abraço do amigo Chico Restolho
Caros amigos
Só tenho é que pedir desculpas a quem se senti-o chateado com algum comentário que lhe possa ter feito, eu sei que algumas vezes me excedo, coisa que penso que não se passa já algum tempo assim como não aconteceu no ultimo jogo, a forma como tento incentivar os meus colegas as vezes pode não ser a mais correcta, dado ao estado psicológico de cada um, as vezes torna-se difícil,a minha maneira de estar na vida não é de estar a criticar nem estar a brigar com as pessoas, a maneira como vivo o futebol e me aplico, penso que as outras pessoas o fazem como eu e se eu o faço os outros penso que também tem capacidade para o fazer por isso tento chama-lo a atenção para rectificar para a próxima, coisa que gosto que façam com migo, ao parecer algumas pessoas não entendem nesse sentido mas sim da maneira mais fácil, pensando que os estou sempre a criticar, esta situação é normal, porque alguns não admitem este tipo de comentários e outros porque não sabem o que é uma critica construtiva, nunca jogaram a bola. Se o problema é esse, podem estar descansados que não volta a acontecer, não quero ensinar nada a ninguém, mas ao logo da vida estamos sempre aprender. Mais uma vez tenho que pedir desculpas a que se senti-o mal com migo, não foi por mal, é pena ser sempre com a minha pessoa, e não comentarem o que cada um faz para poderem não repetir sempre o mesmo ero.
Francês, se leste os comentários atrás, então não os percebeste, porque cada um reconheceu onde errou.
Eu reconheço que deveria ter recuado em mais ocasiões, mas não o fiz, como disse lá atrás, não me vou repetir mais, mas se te lembras bem do jogo, tu foste o único que, durante o jogo, criticaste tudo e todos e foste o único a pedir explicações aos árbitros, coisa que foi mais falada no balneário para não se fazer, antes do jogo.
Caros Correligionários:-
"Saudações Justiceiras"
É por demais óbvio, ao cabo de tantos anos, que a atitude, em campo e fora dele, do amigo Fernando Lopes é cromossomática ou, se quiserem, crónica.
É algo que, porventura, ele nem se dá conta mas que, como bem claro deixou o amigo Francisco Restolho, ele tem, necessária e imperativamente, que tudo fazer para mudar, quer para bem dele, quer para bem da equipa.
É inconcebivel que por esse facto, que o Fernando Lopes tem, em consciência que rever e resolver,consiga gerar o mal-estar e o descontentamento de qualquer colega e amigo.
Eu sei que ele, como acontece com qualquer um de nós, não o faz por mal, mas também ele terá que convir que não é com a sua forma de falar com os colegas que os anima e os incentiva a fazer melhor; antes e bem pelo contrário, como quase toda a gente se queixa.
Então, o mal não estará nos demais, mas, outrossim, no Fernando Lopes.
Quando eu peço a um jogador para melhorar qualquer aspecto que, na minha óptica, creio não estar bem, óbviamente que não estou a falar para o amigo e companheiro fulano de tal..., mas, sempre, para o jogador fulano de tal... .
Só peço para melhorar, quem sei que efectivamente sabe jogar à bola, está em condições fisicas e animicas para tal e, pode fazê-lo.
Não posso pedir para melhorar, quem o não pode fazer, porque a mais não pode, nem sabe.
Por isso que, eu também tendo noção perfeita da minha incapacidade fisica, não jogo, senão em casos em que a equipa esteja desfalcada e se justifique.
Vamos então "camaradas" (só de futebol, entenda-se...), reflectir sobre todas as condutas de cada um e dar-mos as mãos em campo, incentivando e moralizando quem pode e sabe.
Recebam todos um forte abraço, com votos de um bom fim-de-semana para todos e respectivas familias, o amigo certo, Victor Carola.
Foi com grande tristeza, que li os comentários, quando cheguei a Elvas, não vou comentar, porque não estive presente, espero que no próximo jogo esqueçam tudo, e entrem em campo com personalidade e espírito ganhador,não se esqueçam que todos erramos, inclusive eu , e já me arrependi.Dou aqui um grande voto de confiança ao amigo Victor, por nos aturar a todos nós, nos bons e nos maus momentos, só uma pessoa como ele é que nos atura.Espero e desejo uma boa semana para todos, principalmente para o amigo Francês, como grande homem que é, de certeza que vai dar a volta por cima disto tudo e despejar a raiva dentro de campo no próximo jogo com uma grande exibição,
Saudações clubisticas
Caro Correligionário e Amigo Lagareiro:-
"Saudações Justiceiras"
Muito agradeço a sua mensagem supra e o acompanhamento sereno, constante e dedicado que faz desta nossa "cruzada".
Sinto-me e sempre me senti à vontade para exprimir perante todos e qualquer um de vós, o meu pensamento, os meus valores e o caminho que persigo e pelo qual quotidianamente luto.
Não porque seja, como efectivamente não sou, mais sábio, mais esperto ou inteligente que quem quer que seja.
Apenas tenho a sorte de ter grandes amigos como é, nomeadamente, o caso do Lagareiro e, poder pertencer a esta familia de que me orgulho e relativamente à qual me sinto parte integrante e indissociável.
Eu, nada seria sem vós e, podereis estar certos e seguros que, vós sem mim, completariam facilmente o resto da "cruzada".
Apenas e tão só tenho a vantagem de estar de fora e de, dessa forma, poder ver as coisas por um outro prisma e, também, de sempre ter sido um fã incondicional e imperdivel da filosofia e da psicologia juridicas, que aplico sempre à minha vida extra-profissional e ao trato humano.
As confissões, boas ou más, apenas se fazem aos amigos e, por isso vos confesso que nunca me furtei, desde pequeno, a assumir responsabilidades e a enfrentar as adversidades com determinação, coragem e honestidade.
Quiçá por acreditar pouco ou mesmo nada na Justiça dos homens é que, procuro, acima de tudo e em primeiro lugar, ser justo.
Isso sim, podereis dizer - sou Justo e não me furto a apontar o dedo seja a quem for e, contra injustiças flagrantes, respondo à medida delas, como terão visto em Barbacena.
De igual modo, conscientemente, me assumo como culpado com a maior das facilidades e admito todo e qualquer tipo de critica que me seja feita, ciente que estou dos meus defeitos e das minhas limitações.
Não percebo, nem nunca percebi nada de futebol, embora sempre tenha andado a fingir que percebo, enganando-me a mim próprio.
Apenas e sempre, tal como um bombeiro, sou fiel e incondicional à amizade que nos une e, por isso, sempre que se justifique, estou disposto a ser "pau para toda a obra".
Ao ocupar um lugar de responsabilidade, como considero ser aquilo que vos devo, estou, paralelamente a sentir-me feliz e útil.
Brincarei aos treinadores se for caso disso e vocês precisarem;
Atrapalharei alguém com a bola e a mim mesmo, se vocês arriscarem a que eu entre em campo;
Serei sempre coerente e fiel aos meus valores, com carácter e verticalidade de um ser que, sem modéstia, se julga justo e em paz com a consciência.
Por isso, nunca me verguei, nem vergo, perante pessoas e atitudes injustas e entraria em conflito directo e imediato comigo próprio se, numa circunstância de carência, não fosse o primeiro a ir em auxilio de todos e qualquer um de vós.
A nossa amizade não se explica; nem se compreende como nasceu e se cimentou - ela exerce-se, simplesmente.
Nunca levem a mal as minhas atitudes, por mais incompreensiveis que vos possam parecer, porque por detrás delas está sempre a procura de melhorar a cada instante.
Termino, Caro Amigo Lagareiro, como escreveu o poeta Júlio Dinis:- "Há aparências de dureza que ocultam tesouros de sensibilidade e de afecto".
Um bom fim-de-semana do amigo certo, Victor Carola.
Mais uma vez aproveitando a distracção do professor e só às quartas é que tocamos no computador, um abraço para todos.
Caro Correligionário e Amigo Lagareiro:-
"Saudações Justiceiras"
Embora a lei diga que o silêncio não vale como declaração de vontade, o certo é que, no caso do nosso blog, o silêncio dos nossos "camaradas" (sem qualquer conexão politico-partidária) parece significar clausura, introspecção, reflexão e a "mea culpa" que creio ter sido conseguida.
Assim, estou reconfortado e preparado para novo embate, no próximo dia 28, para ajudar o "mister" ou, se for caso disso, substitui-lo, dentro das minhas notórias e plurimas limitações.
Vamos entrar em campo e fazer um jogo à altura dos nosso pergaminhos, ainda que percamos.
Se cairmos, fá-lo-emos de pé, como as árvores; com nobreza e tenacidade dos guerreiros de outrora; com educação e sentido de solidariedade entre colegas como é tipico de pessoas educadas e irmãs, não de sangue, mas do coração, como nós somos.
Escrevam sempre, ainda que seja para me mandarem calar.
Um abraço do amigo certo, Victor Carola.
Caros Correligionários:-
"Saudações Justiceiras"
Cumprimos hoje, pelas 20 horas, mais um jogo em representação da equipa de Caia e S. Pedro, desta feita contra a freguesia de Alcáçova.
Na falta de noticias e de comentários vossos, aproveito o ensejo para apelar a todos, sem excepção, que dignifiquem, com atitudes próprias de pessoas bem formadas, quer o bom nome daquela que foi a minha e, a de muitos de vós, freguesia de naturalidade e continua a ser a minha freguesia do coração, quer o nome subjacente aos "Amigos da Justiça".
Vamos efectuar um jogo com calma, com abnegação, entre-ajuda e, principalmente, com disciplina, dentro e fora do campo.
Apelo, por isso, ao "gaio" da nossa equipa, Fernando Lopes, para efectuar, em nome de todos os colegas, em nome dos adversários (atenção, ser adversário não
é, nem pode ser,um inimigo), em nome da organização, dos árbitros e do eventual público que esteja presente, um esforço dantesco para se manter concentrado e em silêncio.
A nossa obrigação é incentivar os elementos da equipa e, para isso, estará o "mister" ou outros que o podem e devem fazer.
Muitas vezes, o simples, mas muito feio, virar as costas ao jogo, revelando frustração por um mau passe ou por uma infeliz opção do colega, repercute-se neste de forma muito pior que uma critica aos berros.
É preciso serenidade e dignificarmos, também e necessáriamente, quem nos convidou para este evento, a quem temos obrigação de corresponder, independentemente dos resultados, com a ética e disciplina que devem ser sempre nosso apanágio.
Lá estarei, se Deus quiser, para vos incitar, do lado de fora, para uma boa jornada, onde acima de tudo, se divirtam e convivam como grandes amigos que são.
Recebam todos um forte abraço do amigo certo, Victor Carola.
Enviar um comentário