sábado, 19 de julho de 2008

Torneio Futebol Sala Veteranos Jardim - 18-07-2008

Local: Jardim Municipal
Hora: 21H00
Equipa Adversária: Bairro das Caixas

Resultado: 6-4
Ao intervalo: 4-1

Equipa:
Carlos Rodeia (gr.)(cap.)
Fernando Lopes
José Picado
João Lopes
Nuno Matos

Compareceram ainda:
Nuno Branca
João Neves
Luis Piçarra
Victor Carola
Eduardo Lagareiro

Golos:
João Lopes (3)
Luis Piçarra (2)
Fernando Lopes

15 comentários:

Anónimo disse...

Caros Correligonários:-
«Saudações justiceiras»

Queixa-se amiúde o povo dos politicos quando se lhes imputa que «hoje dizem uma coisa e, amanhã, dizem outra, com a maior desfaçatez».
Como é consabido, a experiência vivida faz com que cheguemos à triste conclusão que esse vicio de personalidade, não é só tipico dos politicos mas, outrossim, de muitos dos comuns dos mortais.
Trago isto à colação, relembrando-me (graças a Deus tenho boa memória...)da reunião que se realizou no «Hora-Hora», para discutirmos e prepararmos a composição da equipa dos «Amigos da Justiça» e, bem assim, definirmos o objectivo com que participaríamos no Torneio do Jardim Municipal,ora em curso.
Relembro ainda a inteira disponibilidade do colega Lagareiro, constante de comentário seu no nosso blog, para assumir qualquer lugar no seio da equipa e, inclusive, para ficar de fora se necessário fosse.
Ora, como é também consabido, a questão de o Lagareiro ficar de fora nunca se colocou, nem se colocará por mim.
Por outro lado, foi deliberado na supra aludida reunião (apenas com o quorum presente, é claro...),que o objectivo da equipa seria o de atingir a vitória em primeira instância, mesmo que isso obrigasse ao sacrificio de alguns colegas que ficassem no banco e não pudessem jogar.
Foi deliberado escolher-se um treinador, com o comprometimento de que todos, sem excepção, respeitariam as suas opções.
Ontem, no jogo contra a Lebróptica, «como não havia cão, caçou-se com gato» e, na falta do treinador, sacrificando-me a mim próprio, assumi esse lugar, pensando eu que iria fazê-lo para bem de todos em geral e do nome da equipa em particular.
Enganei-me redondamente, como, aliás, me engano muitas vezes.
Enganei-me mas não deixo, como nunca deixei, de tomar decisões e de dizer aquilo que me vai na alma, custe o que custar e a quem custar.
Enganei-me, mas não me surpreendi.
Ainda ao intervalo do jogo, com o resultado disputadissimo e com enormes dificuldades em se tentar manter a equipa base o mais possível para virar o resultado, olhei para a bancada de suplentes e verifiquei a cara «de caso» de alguns jogadores, tristes, pesarosos e desencantados por ainda não terem jogado.
Sei dos comentários que fizeram dois jogadores da nossa equipa, cujo conteúdo e atitude lamento profundamente; que apenas e por defeito qualifico como egoista, mal-educada e com crassa falta de respeito pelos demais elementos da equipa e pelas deliberações tomadas pela maioria dos colegas.
É certo que o João Neves só entrou depois do intervalo.
É certo que o Lagareiro só jogou poucos minutos.
É certo que tal foi opção minha.
É certo de que voltaria a tomar essa opção se necessário fosse, porque sempre imprimo ás minhas decisões o minimo que se exige a qualquer um - boa-fé.
É certo que o João Neves começou a aquecer com pouca vontade.
É certo que comentou que, «assim não vale a pena cá vir».
É certo que o Lagareiro ficou desagradado por ter jogado pouco tempo.
É certo que o Lagareiro se predispôs a entregar o equipamento e o malão que lhe está adstrito e é seu por pleno direito.
É certo que eu não sou treinador, nem nunca fui.
É certo de que o Branca pouco mais tempo jogou que o Lagareiro e, naturalmente, não se queixou, nem fez cenas lamentáveis.
É certo que eu também me equipei.
É certo que eu fui o único que não joguei, embora muito me apetecesse e me fizesse bem.
É certo que a assistência, nomeadamente a minha mulher e os meus filhos não puderam ver-me a jogar.
É certo de que não suei.
É certo de que, mesmo assim, fui tomar banho e tentar reconfortar os jogadores que jogaram menos tempo.
É certo, finalmente, que todos vós merecem muito melhor e, como todos são homenzinhos, façam o favor de me substituirem no timão, pois cheguei à conclusão, após tantas «orelhas moucas que fiz» ao longo dos anos, «desmamando muitas crianças», que não tenho mais leite nem motivação para dar «peito» a mais ninguém.
Era Sexta-Feira; final de uma longa semana de trabalho e, podendo ir apenas jogar, fui causticar-me, desnecessáriamente.
Uma coisa vos digo:- Há atitudes que tenho visto, que nem os meus filhos as tomam, nem eu deixaria que vissem o pai a tomá-las. Era um mau exemplo de vida.
Reflictam sobre tudo e respondam a tudo o que vos parecer adequado, pois uma coisa que sempre fiz foi respeitar a opinião dos demais.
Peço ao amigo Branca o favor, por mera questão de rigor e de exegése histórica, que ao colocar no blog «compareceram ainda», subdivida tal item em dois:-
* Jogaram ainda....
* Compareceu e não jogou Victor Carola.
É só porque não quero que alguém pense que eu joguei ou, de alguma forma, contribui para a vitória dos «Amigos da Justiça».
Um abraço a todos do amigo certo, Victor Carola e, já agora, desculpem qualquer coisinha..., se fizerem favor.

Anónimo disse...

----Como foi visto por todos não pude ir ao jogo por estar de serviço.
----Queria primeiro dar os parabéns a todos pela vitória alcançada, pois já vi que foi muito suada.
----Em segundo lugar dizer ao amigo Vítor, que assumiu o cargo de timoneiro, que fez o que tinha que fazer, e muito bem, para que a equipa alcançasse os objectivos a que se propôs na aludida reunião e em que todos os presentes concordaram e os que não estavam presentes, mas com desculpa, disseram que concordariam com tudo o fosse deliberado na dita.
-----O que o amigo Vítor relata no comentário não é algo que eu não esperasse que acontecesse mais dia menos dia, e acho que alguns estarão de acordo comigo nesta parte.
-----Foi deliberado que entraríamos neste torneio para tentarmos sair de lá com o caneco, e estamos no bom caminho, continuemos assim.
-----Peço ao amigo Vítor, único elemento fundador desta equipa ainda no activo e espero que ainda por muitos anos, que reconsidere e que deixe passar ao lado todas essas atitudes menos louváveis de alguns elementos. Estou certo que, depois do jogo, quem as teve, de certeza que viu que agiu mal para com todos os colegas de equipa e que aqui se retratará. Eu já o fiz e, acreditem, senti-me bem melhor depois.
-----Em jeito de conclusão, vamos continuar a jogar e a agir como equipa, pois já temos todos idade pra termos juízo.
Um abraço do amigo Chico Restolho

Anónimo disse...

Quem não se sente não é filho de boa gente.
Antes de mais, penso que não ofendi ninguém e caso afirmativo peço aqui as minhas desculpas, e também as vou pedir pessoalmente.
Amigo Dr Victor, não estou, nem nunca estarei zangado consigo, pessoa por quem tenho um grande respeito e admiro pela sua maneira de ser, e não me esqueço a qem devo alguns favores, nomeadamente na miha vida profissional.
Se não fosse o senhor essa equipa não tinha a fama e o sucesso que tem, muitas horas tem perdido, deixando de estar ao pé da família.
Enquanto aquilo que se passou no balneário já vi coisas piores, alguns a ofenderem-se uns aos outros, quase a chegar a vias de facto e, sempre mamentei estes factos.
Penso que o meu problema foi não estar presente nessa reunião, senão tinha dito a minha opnião, os presentes decidiram bem, o importante é ganhar.
Eu vejo as coisas de outra maneira, apesar de não gostar de perder, nem a brincar, como alguns de vocês sabem, o que me parece é que se está a esquecer o passado, todos nós fazemos sacrifícios para estar presente nos jogos.
Eu falando por mim, já ando nestas andanças à 10 anos, não são 10 dias, para estar presente nos jogos, tenho feito muitas trocas de serviço, às vezes a prejudicar colegas meus, ainda na sexta feira, entrei às 07H00 até às 13H00 e de gratificado das 15H00 às 19H00, tive o dia todo sem estar ao pé dos meus filhos, motivo esse pelo que o levei ao jogo, apesar dos seus 3 anos de idade.
Houve torneios em que alguns jogos, erámos só 3 a jogar á frente, inclusive fiz nalguns de guarde-redes, para não falar de algumas vezes em que estava de serviço e pedia aos meus superiores, para estar presente, mas se me acontecesse alguma coisa o problema era meu, e o mas das vezes estando de serviço e estar là a ver o jogo, vi que um elemento da equipa, se lesionou e não havia mais, pedi-lhe o equipamento e entrei lá para dentro, por acasso até marquei o golo da vitória e, se por acaso me tivesse acontecido alguma coida , estão a ver as consequências.
Não me estou a lamentar de nada, nem arrependido.
Mas como gosto de ser útil, agora como jogador, e noutras alturas acumulando outras funções, como o objectivo principal da equipa é só ganhar, penso que como jogador não faço falta, em dois jogos, o que totaliza 80 minutos, joguei 4 minutos, e um elmento jogou os 80 minutos e jà jogamos com a equipa à partida a mais fraca, e como nesse torneio se poderam inscrever 15 jogadores, o que será nos torneios em que só se possam inscrever 12, como o principal objectivo da equipa é vencer, à partida eu sou um dos que tem que sair, visto não jogar.
Por esse motivo, como "jogador", abandono desde já as minhas funções.
Assim penso que saio, pela porta grande, não saio magoado com ninguém, antes pelo contrário, desde que poça e jà agora "jantado", vou estar sempre a apoià-los, e a confraternizar com vocês na 3ª parte.
Foi com grande orgulho que representei esta equipa, ainda agora que estou a escrever me vieram as lágrimas aos olhos.
A todos vós e família e, principalmente ao meu amigo Drº Victor, e repito por quem tenho um grande respeito e admiração como pessoa e sua maneira de ser, desejo o melhor do mundo para vocês.
Apartir desse momento não vou fazer mais comentários no Blog, somente os faço para dignificar esta grande equipa (grupo), outros assuntos desde que queiram trato pessoalmente, visto o blog estar muito bem feito Branca, e não servir para alguns comentários.
Força malta olhem em frente e esqueçam o passado "saudações clubísticas"

Anónimo disse...

Caro Correligionário e Querido Amigo Lagareiro:-

Como o meu prezado amigo refere, quem não se sente não é filho de boa gente e, por isso mesmo, entendi, em sede própria, que é o nosso blog, «lavar a roupa suja» do último jogo, a bem de todos, pois não sou pessoa para deixar de dizer as coisas que sucedem de bom ou de mau na nossa equipa.
De igual forma, compreendo o comentário do meu Querido Amigo Lagareiro.
Diz o povo que, «da conversa nasce a luz» e, por isso gostei de ouvir as palavras sinceras do meu prezado amigo.
No meu comentário referi-me à sua atitude enquanto colega de equipa, isto é; de jogador, que, repito, por muita razão que vos assista e assistirá, foi lamentável.
Nunca, em momento algum, me referi ao meu Querido Amigo Lagareiro enquanto pessoa; pois que pretendo que isso fique claro para todos.
O Lagareiro é um grande amigo, um excelente profissional e, como nós sabemos, nutrimos um pelo outro uma amizade pura, sincera, incondicional e inquebrável.
Pesaroso fico eu agora por o Lagareiro ter levado a questão para o âmbito pessoal, que nunca foi minha intenção.
Eu teria a mesma conduta se se tratasse de uma atitude de um outro elemento - Era essa a minha obrigação.
O assunto surgiu no balneário e resolveu-se na nossa casa - o nosso blog.
Por isso, considero que da nossa parte está tudo esclarecido e, como prova de que muito o estimo a si e à sua familia e o considero importante no seio da nossa equipa, fiz desde logo questão de deixar claro no meu comentário que o Lagareiro não pode sair porque eu não deixo.
Todos gostamos de si e muito gratos estamos por tudo quanto tem ajudado esta equipa e não é agora que temos algumas «estrelas» na equipa que me vou esquecer de quanta falta nos fez noutras circunstâncias.
Posto isto, peço encarecidamente ao meu Querido Amigo Lagareiro que me não faça a desfeita de deixar de integrar a equipa.
Mantenha-se entre nós, pois todos precisamos da sua companhia e da sua amizade e tente compreender a minha posição no seio da equipa.
Não deixemos que se confunda uma questão do futebol amador e a brincar, com as relações pessoais que mantemos saudávelmente.
Espero uma resposta ainda hoje do meu Querido Amigo Lagareiro a confirmar o que lhe peço, pois por acaso deixar de jogar conosco é porque eu não sei liderar o que quer que seja e, como tal, retirar-me-ei silenciosamente.
Quero-o conosco!!!
Daqui lhe envio, meu Querido Amigo Lagareiro, um forte e sentido abraço, cheio de ternura e de amizade, no qual, obviamente, envolvo a vossa prezada familia que muito estimo e considero.
O amigo certo, sempre grato e ao dispor, que mais não seja para ficarmos JUNTOS no banco, Victor Carola.

Anónimo disse...

Drº Victor, segunda feira falo consigo.
Um abraço.

Anónimo disse...

Caros Correligionários Lagareiro e João Neves:-

É Domingo. Dia de Missa.
É dia de concórdia e de espiarmos as nossas falhas e as nossas tristezas.
O que eu tinha a dizer sobre o jogo com a Lebroptica, já foi dito e, fi-lo com obectivo de não deixar passar a situação sem o devido reparo.
Todos sabemos que um mau exemplo pode catalizar outros maus exemplos e, portanto, está o assunto encerrado.
Como nem o Lagareiro, nem o João Neves escreveu algo quanto ao repto que pedi, relembro que aguardarei até ao treino de quarta-feira (se todos acharem por bem que se deva fazer em Varche ás 20 horas), para saber se a equipa pode contar com eles.
Peço também ao Fernando Lopes que fale com o seu cunhado, por forma a que tenhamos treinador a sério no próximo jogo, onde eu estarei apenas como potencial jogador e, dependendo ainda das decisões do Lagareiro e do João Neves, estarei presente ou não.
Impõe-se que nem o Lagareiro nem o João Neves levem as coisas para o âmbito pessoal, nem façam do meu comentário, que entendo justo e, por isso, voltaria a fazê-lo, algo de transcendente.
Foi um reparo, ou, se quizerem um puxão de orelhas e um desabafo em prol de todos.
Se algum de vós deixar de integrar a equipa, entenderei sempre que o foi pelo meu comentário que não assumiram como atletas, mas levaram, erradamente, para o âmbito pessoal.
Nessa circunstância, retirar-me-ei silênciosamente da equipa.
É assim que se passa quando é retirada a confiança aos politicos e, será assim que eu me sentirei bem.
Peço, assim, ao Lagareiro e ao João Neves que reflictam nas decisões que irão tomar, pois delas depende, necessariamente, a minha.
Um abraço do amigo certo, Victor Carola.

Anónimo disse...

----Caros amigos e companheiros de equipa, penso que todos irão estar de acordo comigo quando digo que, se alguém tem legitimidade para "puxar as orelhas" a outro neste grupo, esse alguém é o Vitor. Não só porque é o elemento fundador desta equipa ainda no activo, mas também porque é devido a ele que este grupo ainda é respeitado onde quer que vá, e tem o nome que tem, além de ser um homem ponderado, justo e que dificilmente perde a calma Acrescentando ainda o facto de, naquele jogo, ter sido chamado a dirigir a equipa, e muito bem, como se viu pelo resultado.
-----Apelo pois aos "habitues" comentaristas neste blog, que escrevam algo sobre o assunto, pois o caso é sério e tem que ser resolvido antes do próximo jogo.
-----Quanto á direcção da equipa em cada jogo e sempre que faltar o mister, gostaria que fosse o Vítor sempre a dirigir, pois é o único a quem todos, sem excepção, temos respeito e sabemos que fará sempre o melhor em prol dos AMIGOS DA JUSTIÇA
-----Vamos resolver a questão todos juntos, por isso, como diz o amigo Piçarra, escrevam algo, neste caso não mandem ninguém à merda, mas pronunciem-se sobre o assunto que a todos diz respeito.
-----Um abraço e as melhoras para os lesionados, do amigo Chico Restolho.

Anónimo disse...

Boa noite caros colegas, "cheguei" pela 1ª vez ao nosso blog para emitir a minha simples opinião. Penso eu, que já não há jogo nosso que não exista "qualquer coisa" , pois sempre, durante ou ao final de cada jogo existe sempre tema de conversas desnecessárias, uns porque jogam pouco,outros porque repreendem colegas e são mal interpretados, enfim cada um tem a sua maneira de ser e a sua maneira de encararar estas situações, contudo deixamos sempre uma má imagem para fora , nós que somos todos "bons amigos", nada melhor que nos juntarmos quarta-feira em varche para fazermos um bom treino e não levarmos tudo tão a peito, o Vitor tem toda a razão do mundo, tambem compreendo a posição do Eduardo contudo são situações próprias do jogo só que têm que ser ditas cara a cara para não haver estes mal entendidos.

José PIcado

Anónimo disse...

Caro Correligionário Francisco:-
«Saudações justiceiras»

Muito agradeço o vosso comentário mas, de facto, não mereço tamanho elogio.
Sou apenas um entre muitos amigos mas, isso pode crer, ninguém é mais solidário, desinteressado e amigo que eu.
Dou e darei sempre a cara em defesa de qualquer um dos nossos colegas e estarei, na primeira «linha de batalha» seja em que circunstância for.
Não obstante ter sido rejeitado pela pátria mãe quanto ao serviço militar, o certo é que procuro, com equidade, sem descriminar ninguém, com coerência, com bom senso e ponderação, tomar as decisões que julgo mais pertinentes em cada circunstância.
Não fujo à luta, nem nunca deixei de tomar as decisões que a minha idiossincrasia ditar, assim como nunca deixarei de dizer, no momento e sede própria, o que devo
ou não devo comentar e criticar.
Às vezes, perante minudências da vida e por estratégia, remeto-me ao silêncio e, nem sempre digo aquilo que penso.
Penso que, no caso vertente, não seria honesto, leal, coerente e responsável se me refugiasse no silêncio e, por egoismo e cobardia, não dissesse o que disse a propósito dos incidentes do último jogo.
Mais tarde, a repetirem-se factos análogos ou similares a estes, praticados por qualquer outro colega, que autoridade, que coerência, que bom senso e sentido de Justiça teria eu para criticá-lo???
Óbviamente que todos trato como iguais e, o facto de uns jogarem mais do que outros, não se deve a desigualdade de trato mas, outrossim, a estratégia de direcção da equipa, na falta de outrém, a qual até pode estar errada.
Renovo o agradecimento das suas prontas palavras, na certeza porém de que a minha continuidade na equipa como jogador ou «fardado de treinador» só subsistirá sempre e quando o Lagareiro e o João Neves se mantenham entre nós, pois que isso é sinal que compreenderam o sentido e o objectivo do meu comentário.
Daqui envio ao meu Querido Amigo Francisco Restolho um grande abraço do amigo certo, Victor Carola.

Anónimo disse...

Meus caros amigos:
Depois de ver a frio o que tem acontecido nos ultimos tempos,tirei varias conclusões que por enquanto ficam para mim por ser um pouco moroso e maçador tanto para mim que teria que escrever como para vós que iriam ler,espero 4ªfeira depois do treino que pelo menos desta vez "percam"um pouco do vosso precioso tempo para nos sentarmos (não precisa ser em qualquer café, até pode ser sentados junto de um chafariz) e discutirmos os ultimos acontecimentos no seio da equipa e as repercussões que estão a causar.
Todavia,recuando um pouco no tempo vou me lembrando daquelas tertulias depois dos jogos no crp da Boa-Fé em que independentemente do resultado eram momentos de confraternização e amizade,e o que os miúdos deliravam com as saladas de atum do Chinés,e as anedotas do Martins logo a seguir,e depois dos jogos em Barbacena que nos sentávamos na Flor do Jardim a refrescar o corpo e a alma(dos jogos não me consigo lembrar ,quem jogou? quem marcou?)e ainda o ano passado depois dos treinos em Varche as lancharadas á do Calhau.
Em minha opinião foram estes momentos aliados a muitos outros mesmo sem haver jogos que fizeram deste grupo o que é hoje(os dias passados em casa do Victor)será que alguem troca isto por vitórias no jogos ?

Um abraço a todos com a certeza de que iremos ultrapassar estas pequenas quezilias com a aprovação de todos.

Anónimo disse...

-----Há muito tempo que não lia um comentário tão bom como este do amigo Luís.
-----Mas, para que tudo isso volte a acontecer, todos precisamos dar mais um pouco de nós, depois dos jogos claro, porque durante os mesmos já todos suamos as estopinhas, como se diz na gíria.
-----Vamos dar mais atenção às 3ªs partes, nem que seja só pra beber uma bejeca ( dificil pró Branca) e pra dizer uma bacoradas, mas penso que é o que faz o grupo unir-se.
-----Um abraço do amigo Chico Restolho.

Anónimo disse...

Caros Correligionários:-
«Saudações justiceiras»

Li com agrado e atenção os comentários dos amigos Luis Piçarra e Francisco Restolho.
Contudo, nunca vi resolverem-se ou sequer limarem-se coisas na companhia de um copo.
Mesmo na minha vida profissional nunca almoço com clientes. A conversa até pode começar bem e, depois, acaba mal, a não ser que a única bebida seja aquela que é inodora e incolor - a água.
Verifico que a tinta que fiz correr neste blog foi inócua e parece que estive a pregar aos peixes.
O que se passou no último jogo e motivou a proficua discussão no nosso blog, não foram «quezilias», como refere o amigo Luis.
Foi um problema grave, potencialmente gerador de maus hábitos e que urgiu estancar a bem, precisamente, da sã amizade que nos une.
Não confundamos as coisas, porque aquilo que refere o amigo Luis Piçarra nada tem de pessoal por um lado, nem de colação com a amizade, por outro.
São comportamentos, atitudes
e comentários que, precisamente, geram mal-estar no seio da equipa e são catalizadores para que os demais nos percam o respeito.
Esta equipa move-se por valores e, enquanto eu cá estiver (que seja por muitos e muitos anos - e já lá vão 16) esses valores não se perderão, pois foi graças a eles que conquistámos o respeito, a admiração e a simpatia do exterior pela nossa equipa e grupo de amigos.
Já conversei com o meu amigo Lagareiro e o assunto foi resolvido cordata e urbanamente.
Um forte e solidário abraço a todos do amigo certo, Victor Carola.

Anónimo disse...

Caro amigo Victor:
esperarei por 4ªfeira para comentar os ultimos acontecimentos,as suas causas e as consequencias que estão a ter,mas quero deixar claro que não concordo com o teu ultimo comentário,que em nada tem a ver com o que eu escrevi,não menciono factos pessois,nem ponho a amizade em causa,agora o que se depreende do meu comentário é pura e simplesmente a desunião que existe no grupo e que se formos ver os meus posts. no blog há muito tempo que venho fazendo referência,sabemos quais são as causas,então vamo resolvelos.
Um abraço do amigo Luis Piçarra

Anónimo disse...

Caro Correligionário Luis Piçarra:-
«Saudações Justiceiras»

Reportando-me ao teu último comentário, cumpre dizer que respeito e agradeço que estejas em discordância com quanto ao que escrevi.
Isso é que é maneira de estar na vida; como eu gosto.
Todavia, se reparares bem, onde eu mais discordo do teu comentário, ao qual respondi, foi que, por um lado, não queria que ninguém levasse a questão para o âmbito pessoal; por outro que não era com «copos» que se resolveriam os suscitados problemas e que tais problemas não eram, nem são, a meu ver, meras «quezilias» como tu referes.
O que se passou, volto a repetir, foram factos graves e nada têm de similitude com as trocas de «mimos» que sucedem, ás vezes,entre algums dos nossos amigos.
A não ser que eu esteja a ver mal o assunto e, aquilo que vi, se calhar não vi e aquilo que me contaram, possivelmente não é verdade.
A dignidade, o respeito e a admiração conquista-se pela nossa posição quotidiana perante a vida.
Quem erra deve desculpar-se.
Se eu errei, desculpo-me.
Se alguém errou, não se desculpe, pois, como estou habituado, no meu lugar de trabalho, a culpa morre muitas vezes solteira.
Um grande abraço para ti, amigo Luis, do amigo certo, Victor Carola.

Anónimo disse...

Caro Correligionário e Amigo Luis Piçarra:-
«Saudações Justiceiras»

Como escrevo neste blog sempre à pressa, não atentei, com o pormenor que deveria, em todo o texto do teu comentário mais recente.
Referes-te à desunião existe no grupo e que relativamene a ela tens vindo a chamar a atenção.
Referes que sabes quais são as causas e que devemos combatê-las.
Reconheço que sabes então mais do que eu.
Se calhar, sendo como tu dizes, aqui na equipa sou como o «corno»na vida - o último a saber.
Não me apercebi, senão no último jogo, da desunião entre o grupo.
Não sei quais são as suas causas.
Agradeço que me expliquem quando começou a desunião entre os colegas, qual ou quais as suas causas e, que sugiram a maneira de a resolver.
Um forte e sentido abraço do amigo certo, Victor Carola.