Local: CR Boa-Fé
Hora: 23H00
Equipa Adversária: Edielvas
Resultado: 0-1
Ao intervalo: 0-0
Equipa:
Francisco Restolho (gr.)(cap.)
Fernando Lopes
José Palancha
João Lopes
Nuno Branca
Compareceram ainda:
Carlos Rodeia (gr.)
Armando Barata
João Neves
Luis Piçarra
Golos:
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Torneio Futebol Salão Veteranos (meia final) - 25-06-2008
às
01:34
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11 comentários:
Estamos de regresso, um abraço a todos e espero pela vossa colaboração desde hoje..
www.cidadelvas.blogspot.com
Parabéns pelas 1000 visitas
Bom dia, gostaria que se possível, me pudessem explicar esta notícia. Obrigado.
http://www.diarioxxi.com/?lop=artigo&op=d645920e395fedad7bbbed0eca3fe2e0&id=78dc319ed858c2aaaddd5cf24505d4e1
PORRA!!! Perdemos ,e depois? Não morreu ninguem,não gostamos de perder,mas quando aconteçe é de cabeça levantada porque tudo fizemos para ganhar o jogo se não aconteceu o golo foi falta de sorte,mérito do adversário e nalguma ocasião falta de engenho nosso,mas não é por isso que se tem que arranjar culpados quando as coisas nâo correm bem,temos que ser uma verdadeira equipa nas vitórias e nas derrotas,temos o caso da Lebróptica a maior parte das vezes nem passam de fase,discutem sim ,ma com os árbitro e com o adversário,não com o colegas de equipa e no final dos jogos há sempre 3ªparte ,isto é uma verdadeira equipa de veteranos.
Para a semana começa mais um torneio no jardim organisado pela A.D.Bairro das Caixas ,espero que tenhamos espirito de equipe.
Um abraço
luis, desta vez não tenho mesmo nada a acrescentar, disseste mesmo tudo...
Pessoal é isso mesmo, espirito de equipa é o principal. O resultado nem sempre interessa, claro está uma vitória é sempre uma vitória, mas uma derrota, nem sempre é uma derrota. Depende da maneira como ela é encarada. Cabeça erguida, e p´ra frente.
Desde já, e se me é permitido aqui,tenho todo o prazer em anunciar que no (s) próximo (s) torneio (s) estarei convosco, agora não só de espirito, mas também fisicamente, esperando ajudar a ganhar titulos, que é o que esta fantástica equipa merece, e temos que conseguir já no jardim. Um abraço para todos, e até já......
Queria deixar a minha opinião sobre o que se passou no último jogo com a Edielvas.
É muito bonito apregoar que ganhar ou perder é desporto e que temos que encarar a derrota sempre com a cabeça levantada, é verdade, agora, negar-se a cumprimentar o adversário que nos ganhou o jogo, merecidamente, isso é que é de lamentar e não é digno de nenhum elemento que queira fazer parte desta equipa. Não sei quem foi, mas sei que alguém o fez, quando finalizou o jogo de Quarta Feira.
Outra coisa, há elementos que perdem mais tempo a discutir com as pessoas que arbitram os jogos, do que a pensar numa maneira de tentar jogar melhor ou, melhor ainda, a descansar para enfrentar o que falta do jogo.
Temos que repensar estas situações, senão, não vale a pena andar aqui a apregoar falsos moralismos.
Pensem nisto,
Um abraço, Chico Restolho
Em 1º caro amigo Francisco são falsos moralismos para ti ,para mim é esta a maneira de estar ,em 2º é muito feio estar num grupo de amigos que é assim que eu os considero a todos levantar suspeitas sobre isto ou aquilo e não se diz o nome das pessoas ,que assim podem corrigir onde esteve mal,não sei a quem te referes ,mas pior que não cumprimentar o adversário,e discutir as decisões do arbitro é tentar arranjar nos proprios colegas de equipa um culpado dos desaires.
Por fim dizes que estou com falsos moralismos e ficas todo ofendido por um colega não ter cumprimentado o adversário,quantas vezes já fizemos todos nós isso incluindo tu ? Vamos é deixar de paneleirices e não arranjar desculpas em tudo quando perdemos. Um abraço para todos e para ti um beijo.
Só não disse o nome dessa pessoa que se recusou a cumprimentar os adversários, porque não sei quem foi, mas se soubesse, podes ter a certeza que era o primeiro a dizer-lhe que isso é muito feio. No que a mim diz respeito, nunca deixei de cumprimentar o adversário, quer tivessemos ganho ou perdido.
Quando falo em falsos moralismos refiro-me a quando falas ( Luis Piçarra) que deviamos por os olhos nesta ou naquela equipa e ser como eles, isso só revela que te sentes mal aqui por nós sermos como somos, mas já somos assim há mais de vinte anos, por isso, não é agora que vamos mudar. Dizes que nunca deviamos discutir, mas já tás esquecido do que se passou no balneário num jogo de futebol 7 entre tu e o Lopes? E já agora pergunto, aprendeste alguma coisa com isso ou tentaste melhorar? A mim parece-me que não.
Caros Correligionários:-
«Saudações justiceiras»
Só agora posso aceder ao nosso blog e dar uma leitura transversal no diálogo nele mantido.
Assim, não obstante não ter podido estar presente nestes dois últimos jogos, o que previamente informei e de que peço a todos desculpa, passo a dizer como segue:-
1. Em primeiro lugar fico naturalmente satifeito com esta «avalanche» de comentários, ainda que pena seja que só os mesmos, ou quase, se «aventejem» a tal convite.
Da conversa e do diálogo nasce a luz e é sempre bom, com espirito positivo, discutir as coisas, ainda que custe falar nelas e ouvi-las.
Como não estive presente, não posso comentar a atitude manifestada por cada um, pois, senão, como me conhecem, era uma «lança em África» para eu dizer da minha atalaia e da minha Justiça.
2. Em segundo lugar, deixo os meus sinceros parabéns à equipa pelo desempenho manifestado e, também, pelo resultado obtido neste comentado jogo contra a Edielvas.
Meus amigos, perder por uma bola a zero não é desprimor nenhum. Será que a lição que a nossa triste selecção portuguesa não serve de exemplo de que o futebol é isso mesmo?
Será que vocês não sabem que cada jogo tem a sua «história» e, que muitas vezes o nosso estado de espirito, pelos múltiplos afazeres e responsabilidades que temos na vida, condiciona o nosso desempenho e a tranquilidade necessária para decidir em momentos cruciais?
Em todo o caso, vamos disputar o terceiro e o quarto lugar e, se calhar, o facto de não ganharmos a taça de disciplina é culpa minha, pois tenho tido uma vida de «cão» e não tenho podido tomar as rédeas da equipa, como creio que se impunha. Não posso, contudo, chegar a todo o lado.
Estarei convosco neste último jogo e gostaria muito de podermos falar num lugar sossegado, olhos nos olhos para decidirmos o rumo da equipa e limarmos algumas arestas que seja necessário.
Ofereço a minha casa para tal desiderato, no próximo fim-de-semana, em dia e hora a combinar previamente.
Fica o repto que coloco a todos para nele refletirem entretanto. É justo o Nuno Matos e o Trindade continurem a ficar de fora da equipa?
Será que deveremos seguir só o objectivo da vitória ou, também, o da participação de todos aqueles que são, ao fim e ao cabo, a nossa familia e resultam dos pressupostos iniciais com que a equipa dos «amigos da justiça» foi concebida e criada?
Estou ao vosso inteiro dispor para escolhermos juntos o caminho que queremos e eu, como sempre, abrirei como timoneiro, as águas.
Recebam todos, caros amigos, um grande abraço do amigo certo, Victor Carola.
Cara amigo Francisco a discussão com o Frances foi precisamente por ele ter tido uma atitude como a tua de falta de respeito pelos colegas de equipa.
Quando me sentir a mais vou-me embora,não preciso que ninguém me abra a porta.
Um abraço
Caros Correligionários:-
«Saudações justiceiras»
É com alguma tristeza que observo esta «guerra do alecrim e da mangerona» entre dois companheiros que, além de amigos, têm a obrigação, ao menos pela idade, de saber que nenhum enveredou pela carreira futebolistica, precisamente porque, as aptidões não são para esse tipo de actividade profissional.
Estamos, todavia, na presença de dois atletas que têm cumprido muitissimo bem as suas tarefas em campo e, é graças a eles, também, que temos conquitado coisas muito mais bonitas e belas do que meros resultados contabilisticos, tais como o respeito, a admiração e o verdadeiro espirito de equipa.
Por isso, nunca, em momento algum, gostei de ver um atleta a culpar outro por qualquer lance infeliz.
Todos falham, inclusive as «estrelas» e, não é com «tricas de alguidar» que vamos sobrepor isso à amizade sincera que nutrimos uns pelos outros.
É por isso que, muitas vezes o que é preciso é diálogo, como eu apelei no meu último comentário.
Apelo a ambos os meus prezados amigos que desçam à raiz da amizade e, coloquem de lado, coisas que são tão irrelevantes que nem merecem qualquer aborrecimento, por mais pequeno e passageiro que seja.
Quantas vezes eu já fiquei de fora, sem jogar um minuto, para me autopenitenciar de ter faltado a alguns jogos e, também, poder conseguir que todos os demais fiquem felizes por jogar um pouco?
A nossa postura tem que ser de respeito e de profunda amizade entre todos.
Contudo, creio que se justifica sobremaneira uma reunião para cada um dizer de sua Justiça e traçarmos o percurso que queremos.
Um abraço ao Francisco Restolho e ao Luis Piçarra, como a todos os demais, do amigo certo, Victor Carola.
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