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Local: Clube Recreativo da Boa-Fé
Hora: 22H30
Equipa Adversária: Bar "Pagapouco"
Resultado: 2-5
Ao intervalo: 1-1
Equipa:
Francisco Restolho (gr)
João Lopes
Fernando Lopes
Victor Carola (cap.) 
Luis Piçarra
Jogaram ainda:
Carlos Rodeia (gr)
Nuno Branca
Armando Barata
Joaquim Pires
Golos: João Lopes
Armando Barata
3 comentários:
Fizemos um jogo muito mau. Na 1ª parte, a única que vi,verificou-se que o grupo não está unido.
É necessário repensar a mentalidade com a que os amigos da Justiça foram criados.
Um abraço para toda a equipa.
F. Restolho
Cncordo com o Chico,mas temos que ser todos a fazer um pequeno esforço para voltarmos a ter a união da equipa dentro e fora dos jogos,porque a cervejola depois dos jogos ajuda á união mais que qualquer palestra.outro assunto que tem que ser revisto (e aqui faço mea culpa)é o tempo que cada um joga,estou convencido que com uns pequenos ajustes isto volta ao sitio,e não esquecer que a terceira parte é a mais importante! E já me estava a esqueçer de escrever que o Chico não viu a 2ª parte do ultimo jogo porque emburricou.EH eh .
Caros Correligionários:-
«Justiceiras Saudações»
Tenho evitado começar a escrever neste lugar, mas ocorreu-me ora a necessidade de o fazer, por imperativo que a todos diz respeito.
Iniciou-se ora uma nova época desportiva. Com ela abriu o nosso «laboratório», vulgo, o local onde se treina ou, para alguns que carecem de treinos, se deveria treinar.
O treino acalma as mentes, depura as energias e aconselha a sermos mais solidários uns com os outros.
A solidariedade manifesta-se no ser humano das mais variadas formas; umas vezes fazendo-nos compreender que alguém está mais preparado que nós (quiçá porque vai aos treinos) e outras vezes fazendo-nos olhar para o nosso interior e respeitar os ideais perspectivados para o jogo.
Deve-se saber se jogamos para competir ou se jogamos para entreter.
A solidariedade denota-se também, e é essa a razão deste meu escrito, na consideração para com os demais na ida aos treinos.
A conquista de um espaço desportivo; o trabalho que dá mantê-lo sob uso e o gosto e o sacrificio que muitos fazem para ir aos treinos deveria colocar todos a pensar.
Noutra altura, com mais tempo, dissertarei sobre a tese da «birra».
Envolvo todos com um forte abraço.
O Amigo Victor Carola.
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